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Facebook vs LInkedIn for Jobs 280x300 Patrões e social media. Cuidado eles andam aí! Pense bem antes de fazer o próximo comentário no Facebook ou no LinkedIn: pode custar-lhe o seu futuro emprego ou o actual. “Uma conversa nas redes sociais pode ser usada como uma entrevista de trabalho” afirma uma especialista em entrevistas laborais.

Com mais de mil milhões de utilizadores no Facebook e de 230 milhões no LinkedIn, a tentação de usar as redes sociais como ferramenta de seleção de quadros é difícil de resistir. Em muitos países já faz parte do dia a dia das empresas e recrutadoras: 94% usa ou pensa vir a usar as redes sociais para selecionar quadros, segundo o Social Recruiting Survey Results 2013, realizado nos EUA pelo Jobvite num universo de 1600 empresas. Mais importante, 78% já recrutaram na rede.

Em Portugal, há muito que as redes sociais fazem parte do arsenal das recrutadoras. Mas cada rede no seu galho! O Facebook é sobretudo um canal para a divulgação de ofertas de emprego. “Fazemos recrutamento para call centers e precisamos de muitas pessoas para esses setores e, para isso, o Facebook é um ótimo veículo”, refere uma delas. Já quando procuram quadros qualificados, a escolha é outra: “Usamos com muita frequência o LinkedIn.” O LinkedIn é, aliás, de longe a rede social preferida pelas recrutadoras: 94% usam esta plataforma. A explicação é simples. “Utilizamos mais esta rede social para a pesquisa de perfis técnicos qualificados e para conhecer num curto espaço de tempo o percurso profissional de determinado candidato”. Para algumas recrutadoras, o LinkedIn é mesmo uma “ferramenta fundamental” para encontrar futuros quadros visto que têm uma “parceria global” com esta rede social para melhor tirar partido das suas potencialidades.

Por isso, se anda à procura de emprego esteja muito atento! Uma conversa no Facebook com um desconhecido ou uma publicação mais arrojada, pode significar a diferença entre conseguir ou não aquele trabalho que tanto deseja ou mesmo perder o que já tem. Lembrem-se da recente polémica protagonizada por Elizabeth Leuten que criticou no Twitter a postura das filhas do Presidente Barack Obama. Resultado: dois dias depois foi despedida. Em Portugal houve um funcionário de uma empresa a ser despedido por fazer comentários pouco lisonjeiros sobre o patrão num grupo do Facebook.

Pelo sim pelo não, o melhor é mesmo manter o seu perfil do Facebook como privado evitando assim bisbilhotices! Criar um perfil profissional no Facebook é também uma boa opção, pois cria uma distinta separação entre a vida pessoal e a vida profissional.

Patrões e social media. Cuidado eles andam aí!

Category: BBTV
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