android-iphone
Dicas e Tutoriais

A Apple alterou o seu programa de trocas e agora aceita dispositivos de outras marcas como créditos na aquisição de um novo smartphone da marca.

A medida está em vigor apenas nos Estados Unidos e permite que na compra de um novo iPad ou iPhone o cliente entregue um modelo antigo, seja da marca, seja de outras marcas como Android, Windows ou BlackBerry.

A extensão do programa de trocas a equipamentos de outras marcas já era esperada e o objetivo mantém-se. É uma forma de tornar menos dispendiosos os dispositivos da marca, que estão entre os mais caros do mercado, tanto nos smartphones como nos tablets. Facilitando o processo de compra a empresa multiplica as possibilidades de aumentar vendas e também de diminuir a presença da concorrência no mercado.

O programa de trocas da Apple realiza-se em parceria com a Brightstar Corp, que revende os telemóveis recolhidos fora dos Estados Unidos. O iPhone 6 e 6 Plus foram as últimas novidades apresentadas pela Apple no segmento dos smartphones, e uma das actualizações mais bem-sucedidas do modelo, a avaliar pelos números de vendas.

As vendas dos dois modelos no último trimestre do ano atingiram as 74,5 milhões de unidades, num crescimento de 46% face às vendas do iPhone 5.

monetizaçao
BBTV

Screenshot 7 Aviso importante aos parceiros BBTV  Evitem o Tag Spam

Parceiros BBTV, tomem atenção!

Usar Tags nas descrições de seus vídeos é contra a política de utilização do YouTube. É muito importante que tenham isso em mente ao postarem os seus vídeos. Só coloquem tags no espaço indicado acima!

Como evitar o Tag Spam?

Em primeiro lugar, não encham a descrição de seu vídeo com palavras-chaves. Pode pensar que isso vai ajudar no ranking de busca do YouTube, mas é precisamente o contrário. Tags extra, sem relação com o vídeo não só vão prejudicar o seu ranking de busca no YouTube, como poderá levar a que lhe seja emitido um strike ao canal. O YouTube já encerrou canais, independentemente do tamanho, por violarem esta política e tem também dado várias suspensões.

Seja inteligente e corrija o erro

Suponhamos que, no passado, exagerou na colocação de Tags nas descrições dos seus vídeos. Mesmo que ainda não tenha levado uma advertência ou uma suspensão, está na hora de remover essas Tags extra. Volte ás descrições dos vídeos e retire-as, mais vale prevenir do que remediar! Os vídeos antigos do seu canal são tão propensos a ser suspensos como os novos, mas se remover já essas Tags extra não deverá ter problemas.
Se quer saber mais sobre como usar corretamente os seus metadados, confira os nossos posts sobre Tags, descrições e títulos. Lembrem-se de que existem várias maneiras de marcar e otimizar seu conteúdo e o VISO Catalyst está preparado para cobrir cada um desses aspectos.

Se tiver dúvidas, não hesite em contactar o suporte. Eles estão lá para te ajudar (parceiro@bbtv.com)

 

(Por decisão pessoal o autor não escreve conforme o Novo Acordo Ortográfico)

charlie
BBTV

 O mediatismo do terrorismo

O mediatismo do terrorismo faz com que 7 de Janeiro de 2015 fique para a história como a data em que três homens e uma mulher iniciaram uma série de atentados que colocaram a França em pânico durante 3 dias.

O ataque à redação do jornal satírico Charlie Hebdo, além de cobarde, foi um acto bárbaro, mas mais bárbara ainda foi a actuação dos órgãos de comunicação social. Um anónimo filmou parte desse ataque, mais precisamente a parte em que os dois jihadistas, assassinavam um polícia francês já ferido, deitado no chão e a pedir misericórdia. Sem qualquer tipo de complacência foi baleado na cabeça.

BN 2272253g 300x205 O mediatismo do terrorismoRapidamente o vídeo chegou ás estações de televisão que, sempre pensando nas audiências, se apressaram a transmitir o mesmo mostrando toda a violência do acto.

Este tipo de conduta por parte dos órgãos de comunicação social revela uma enorme falta de respeito, de consciência e de moral.

Falta de respeito pela família do polícia, que foi confrontada dia após com essas imagens: ver alguém que amam prostrado no chão a pedir misericórdia e a ser assassinado. Nem por um momento pensaram nos danos psicológicos e emocionais que causaram aos pais, irmãos, esposa e filhos desse polícia.

Demonstraram falta de consciência pois estão a fazer exactamente o que os jihadistas querem, que é dar-lhes mediatismo. Horas a fio a transmitir as imagens do ataque, as ruas cheias de polícia, entrevistas sem fim a cidadãos que temiam pela sua segurança. Em suma, um excelente trabalho propagandístico que os grupos radicais islâmicos certamente usarão para recrutar mais elementos para a sua causa.

Paris terror attack1 300x187 O mediatismo do terrorismo“O terrorismo é um teatro, o Mundo é seu palco e o povo a sua audiência”, esta frase do diálogo de um filme expressa bem a forma como o terrorismo actua. Ter este tipo de mediatismo nos órgãos de comunicação social é exactamente o que os terroristas querem. Durante 3 dias o Mundo esteve de olhos postos em França, colocada num quase estado de sítio por nada menos que 4 terroristas.

O Mundo viu como apenas 4 jihadistas colocaram um país inteiro á beira de um ataque de nervos, mobilizaram milhares de agentes policiais e o Exército.

Os órgãos de comunicação social tem o dever cívico de transmitir informação, mas mais importante têm o dever moral de não mostrar imagens de barbárie. Em Setembro de 2014, após a divulgação das imagens da decapitação do jornalista James Foley, vários órgãos de comunicação social acordaram em deixar de transmitir esse conteúdo. Fizeram-no pois perceberam que estavam a ser usados pelo Estado Islâmico e porque transmitir imagens da execução bárbara de um jornalista não acrescenta nada. O mesmo princípio se aplica ao mostrar imagens da execução de um polícia nas ruas de uma das maiores capitais europeias. Não era preciso transmitir o acto em si para se perceber a brutalidade do mesmo.

Não se trata de censurar, omitir ou de higienizar a informação, mas sim de transmitir a mesma de forma relevante, em contexto e acima de tudo com respeito pelas vítimas e suas famílias. É também importante não dar ao terrorismo aquilo que pretende: exposição mediática.

mouning 300x200 O mediatismo do terrorismo

Imagens: Google

Por decisão pessoal o autor não escreve conforme o Novo Acordo Ortográfico

154130-425x283-social-media-job-search
BBTV

Facebook vs LInkedIn for Jobs 280x300 Patrões e social media. Cuidado eles andam aí! Pense bem antes de fazer o próximo comentário no Facebook ou no LinkedIn: pode custar-lhe o seu futuro emprego ou o actual. “Uma conversa nas redes sociais pode ser usada como uma entrevista de trabalho” afirma uma especialista em entrevistas laborais.

Com mais de mil milhões de utilizadores no Facebook e de 230 milhões no LinkedIn, a tentação de usar as redes sociais como ferramenta de seleção de quadros é difícil de resistir. Em muitos países já faz parte do dia a dia das empresas e recrutadoras: 94% usa ou pensa vir a usar as redes sociais para selecionar quadros, segundo o Social Recruiting Survey Results 2013, realizado nos EUA pelo Jobvite num universo de 1600 empresas. Mais importante, 78% já recrutaram na rede.

Em Portugal, há muito que as redes sociais fazem parte do arsenal das recrutadoras. Mas cada rede no seu galho! O Facebook é sobretudo um canal para a divulgação de ofertas de emprego. “Fazemos recrutamento para call centers e precisamos de muitas pessoas para esses setores e, para isso, o Facebook é um ótimo veículo”, refere uma delas. Já quando procuram quadros qualificados, a escolha é outra: “Usamos com muita frequência o LinkedIn.” O LinkedIn é, aliás, de longe a rede social preferida pelas recrutadoras: 94% usam esta plataforma. A explicação é simples. “Utilizamos mais esta rede social para a pesquisa de perfis técnicos qualificados e para conhecer num curto espaço de tempo o percurso profissional de determinado candidato”. Para algumas recrutadoras, o LinkedIn é mesmo uma “ferramenta fundamental” para encontrar futuros quadros visto que têm uma “parceria global” com esta rede social para melhor tirar partido das suas potencialidades.

Por isso, se anda à procura de emprego esteja muito atento! Uma conversa no Facebook com um desconhecido ou uma publicação mais arrojada, pode significar a diferença entre conseguir ou não aquele trabalho que tanto deseja ou mesmo perder o que já tem. Lembrem-se da recente polémica protagonizada por Elizabeth Leuten que criticou no Twitter a postura das filhas do Presidente Barack Obama. Resultado: dois dias depois foi despedida. Em Portugal houve um funcionário de uma empresa a ser despedido por fazer comentários pouco lisonjeiros sobre o patrão num grupo do Facebook.

Pelo sim pelo não, o melhor é mesmo manter o seu perfil do Facebook como privado evitando assim bisbilhotices! Criar um perfil profissional no Facebook é também uma boa opção, pois cria uma distinta separação entre a vida pessoal e a vida profissional.

Screenshot_1
BBTV

Eva Andressa Vieira é uma modelo fitness brasileira, natural de Curitiba. Quem é a nossa parceira Eva Andressa?
Conhecida em vários países, Eva Andressa é considerada uma das maiores modelos fitness do mundo, há mais de 10 anos tem o reconhecimento de milhares de fãs, e a sua FanPage no Facebook já ultrapassa os 6 milhões de fãs. Foi a primeira pessoa física do mundo a assinar um contrato de reconhecimento com o Facebook como um caso de sucesso.

A Eva alcançou o reconhecimento popular através de milhares de seguidores nos seus perfis das redes sociais. Ela consegue movimentar milhares de homens e mulheres, ávidos por informações sobre como a atleta conquistou sua forma. Nas suas páginas e canais na internet a atleta dá informações sobre alimentação, saúde, bem-estar, dicas de treinos e vídeos passo a passo de treinos.

No fim do ano de 2010 foi convidada a participar do Programa do Jô, e a partir daí, passou a figurar em inúmeras capas de revistas e campanhas publicitárias tendo participado no videoclip Bonde da Maromba.
Em Março de 2013 posou nua para a Revista Sexy.

Conheça o canal da Eva Andressa no YouTube: https://www.youtube.com/user/EvaAndressa

 

 

Imagens: Google

Por decisão pessoal o autor não escreve conforme o Novo Acordo Ortográfico